Histórico, publicações.

novembro 27, 2017


UMA JUSTÍSSIMA HOMENAGEM A FEFI

2017, 02, 04, Fefi e painéisA Academia Itabaianense de Letras outorgará a Comenda POTESTAS MONTIS, sua maior honraria, à grande figura humana, grande ativista cultural, desportista e social, Francisco Tavares da Costa, o FEFI, neste próximo dia 1º de dezembro, deste 2017, em solenidade a partir das 19 horas, na sala do Plenário da Câmara Municipal de Itabaiana. Na ocasião, além da biografia do homenageado, alguns dos confrades, todos seus admiradores farão breves históricos pessoais do que significa o homem no homenageado.
Francisco Tavares da Costa tem sido um dos maiores ativistas itabaianense em prol do desenvolvimento dessa terra, valendo-se de sua criatividade e inquebrantável força de vontade e bem desenvolver esse seu e nosso amado torrão.
Quando o Papai Noel era uma miragem, Fefi já introduzia a figura mítica entre nós com interesses em bem promover sua loja, com uma linguagem bem aquém da velha vila insistia em manter seus costumes já tricentenários, mesmo já com mais de meio século de título de cidade. Essa mesma loja foi o primeiro estabelecimento a povoar o imaginário da garotada serrana ao vender brinquedos manufaturados no início da década de 1960, quando por aqui nem a TV havia chegado.
Francisco Tavares da Costa tem sua assinatura na fundação da ACEI-Associação Comercial e Empresarial de Itabaiana, de 5 de abril 1963; da fundação da Câmara de Dirigentes Lojistas, de 7 de outubro de 1989; do Rotary Club de Itabaiana, de 24 de novembro de 1969; da primeira gráfica de Itabaiana, a Gráfica Tavares; da primeira emissora de rádio de Itabaiana, em 13 de junho de 1988, a Princesa da Serra AM, além de participação na Maçonaria e na sua grande paixão no esporte: a Associação Olímpica de Itabaiana, de cuja diretoria participou em várias oportunidades, inclusive como vice-presidente e presidente.
É um homem que ajudou a fundar a Itabaiana atual, não somente na lista de serviços já delineada. Quando a cidade estava migrando do velho sistema religião-trabalho, trabalho-religião, para uma condição mais evoluída de também ter o lazer festivo, esteve ele na gênese de micaremes que marcaram a história da mesma. Sua folha de atividades sociais, ao longo de sua história é imensa; bem como de verdadeiro mecenas da cultura.
A solenidade contará com a especial presença da Academia Mirim de Letras do Colégio O Saber, e seus trinta componentes, garotos e garotas, representando cada confrade em nosso sodalício.
A Comenda Potestas Montis é concedida apenas a uma pessoa por ano, em que pese a primeira ter sido outorgada ao ex-secretário estadual de Cultura, ex-deputado federal por Sergipe e ex-prefeito da capital, Aracaju, o itabaianense José Carlos Teixeira há três anos. E de lá pra cá a mais ninguém; todavia, será a práxis da Academia realizá-la anualmente doravante. Fefi, portanto, é o segundo a recebê-la.

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novembro 27, 2017


ACADEMIA TERÁ REUNIÃO SIMBÓLICA NO MURILO BRAGA

1Convite, CEMBDentro das comemorações ao 68º ano de sua existência, o Colégio Estadual Murilo Braga, passagem de dois terços dos acadêmicos da Academia Itabaianense de Letras, por sua Diretoria abriu espaço para uma reunião simbólica do nosso sodalício naquele templo de ensino, na próxima quarta-feira, dia 29, data magna do estabelecimento, inaugurado em 29 de novembro de 1949. Da solenidade ainda constará um recital de poesias de duas diletas alunas, e confreiras: a poetisa, professora Inês Rezende de Jesus, ocupante da cadeira 12 em nossa Academia, e a poetisa e professora, Tereza Cristina Pinheiro Souza, ex-professora e também ex-diretora do estabelecimento.
A reunião terá lugar às 19 horas no auditório do tão importante estabelecimento.

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novembro 22, 2017


ESCOLA MUNICIPAL DOM JOSÉ TOMAZ HOMENAGEIA ACADEMIA ITABAIANENSE DE LETRAS

1colegio

Momento ímpar, na tarde de quarta-feira, 21, na Quadra de Esportes “Zé de Didi”, no povoado Rio das Pedras, numa semana de intensa programação cultural da Escola Municipal Dom José Tomaz, hoje, em especial, a Academia Itabaianense de Letras e seus representantes naquela escola, que vem fazendo um trabalho exemplar em prol da cultura. Dentre os homenageados, o saudoso Abrahão Crispim.

Por Abrahão Crispim Filho

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novembro 14, 2017


CÂMARA MUNICIPAL DE ARACAJU OFICIALIZA NOME DE ABRAHÃO CRISPIM EM SEU PLENÁRIO

1 6093Plenário Vereador Abrahão Crispim, esse será o nome da Sala das Sessões da Câmara Municipal de Aracaju. O Projeto de Resolução 19/2017 é de autoria do presidente da Casa Legislativa, Nitinho (PSD).
De acordo com Nitinho, a vida de Abrahão sempre esteve voltada para as lutas do povo seja como militante partidário e sindical, seja como intelectual, por isso o seu nome estará registrado nos anais das lutas de resistência do povo sergipano. “Ele foi o primeiro vereador eleito em Sergipe pelo Partido dos Trabalhadores num período difícil em que ser de esquerda era uma heresia e gerava todo tipo de preconceito, e ele como pioneiro no exercício de mandato parlamentar do PT deu início a um processo de crescimento e afirmação do partido que teve o seu ápice com a vitória de Marcelo Déda para o governo do Estado”, ressaltou.
“Como sindicalista viveu o rescaldo da ditadura militar e mesmo assim atuando pelo Sindicato dos Bancários e pela CUT comandou várias greves”, destacou.
Sobre o projeto, o vereador Elber Batalha (PSB) parabenizou a iniciativa de Nitinho na escolha do nome. “Independente de qualquer discordância política, reconheço que o saudoso Abrahão Crispim foi um grande vereador, deu muita contribuição na política e em diversas áreas. Nada melhor do que homenagear um representante do poder legislativo nesta Casa Legislativa”, enfatizou.
A partir de agora, os vereadores colocarão a inscrição Plenário Vereador Abrahão Crispim antes da data de todas as proposições apresentadas.
Homenagens
Abrahão Crispim de Souza também já foi homenagem pela Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), através do Projeto de Lei 69/2017, de autoria do vereador Antônio Bittencourt (líder do prefeito na Câmara Municipal de Aracaju), que denomina o Centro de Artes e Esportes Unificados, espaço inaugurado no dia 24 de março deste ano, no bairro Olaria, em Aracaju.
Em 17 de Julho, a Câmara homenageou Abrahão Crispim com nome de rua em Aracaju. Pelo PL Nº 208/2017, fica a antiga Rua C localizada no Conjunto Augusto Franco denominada Vereador Abrahão Crispim de Souza.
Também no mês de Julho, Crispim foi homenageado pela Academia Itabaianense de Letras (AIL). O mesmo ocupava a cadeira número 19 da Arcádia cujo patrono é o poeta e cronista José Crispim de Souza, seu pai.
Já nos dias 20, 21 e 22, Abrahão Crispim foi homenageado na IV Bienal do Livro de Itabaiana, com o Palco da Palavra Abrahão Crispim, que esteve aberto para artistas e visitantes para mostrar sua poesia, música, cordel e muito mais.

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outubro 18, 2017


MAIS UM LIVRO DE VLADIMIR. NA IV BIENAL

1conviteFogo de Monturo e outras fumaças, contos, de Vladimir Souza Carvalho é o desfile do picante, no sexo que aflora na maioria dos contos, a atração carnal que a fêmea exerce sobre o macho em situações das mais inusitadas, permeado com o absurdo de alguns fatos, o lirismo de algumas poucas histórias de amor, esposas que cometem adultério, esposas que são traídas, mulheres que matam os maridos na busca de sexo, mulheres que esperam pelo príncipe encantado, homens que se conformam com a traição, outros que reagem, um mundo diferente em contos, algumas vezes curtos, onde há tudo é abordado com muita precisão, no encanto da vida e no final da morte.
Fogo de monturo e outras fumaças será lançado no próximo sábado, 21, na IV BIENAL DO LIVRO, no Shopping Peixoto, a partir das 18 horas.

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outubro 03, 2017


LITERATURA ITABAIANENSE NAS PRATELEIRAS RECIFENSES

1livro

Ao menos no último fim de semana, quem passou pelas vitrines da livraria Imperatriz, no Shopping Recife na Boa Viagem, pode ver na estante, ao lado de titãs de vendas e leitura como Paulo Coelho e Padre Fábio de Melo um despretensioso livro lavrado e cultivado dentro das serras, da Itabaiana, claro. Trata-se do AS QUATRO VIDAS DE VOLTA SECA, do acadêmico, professor Robério Barreto Santos e seu mergulho pra valer na temática do cangaço. Volta Seca, claro, é algo mais especial para gente uma vez que, nascido no Saco Torto, mesmo que este povoado já estivesse separado de Itabaiana há décadas, o cangaceiro-poeta do bando de Lampião sempre se considerou de Itabaiana, e por aqui fez boa parte de suas andanças antes de mergulhar na senda do crime que o notabilizou, o prendeu, e dela depois se libertou, ficando para a história.
É de suma importância e alegria para a Academia que isso esteja a ocorrer

Foto: Vladimir S. Carvalho

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(Replicado no blog “academiaitabaianensedeletras.blogspot.com, em 21/02/2018)


Solenidade  da Implantação da Academia Itabaianense de Letras

Ocorrida às 19:00 no salão nobre do Rotary Clube de Itabaiana, no dia 01 de fevereiro de 2013

CERIMONIALISTA:
Senhoras e Senhores, pedimos a atenção e o silêncio de todos os presentes para que possamos iniciar a sessão solene de instalação da Academia Itabaianense de Letras. Solicitamos a todos os senhores que desliguem o celular ou o mantenha no modo avião.

Para presidir os nossos trabalhos, convidamos o acadêmico-fundador Vladimir Souza Carvalho.

Convidamos agora o Dr. Valmir dos Santos Costa, Prefeito Municipal, para tomar assento a mesa.

Convidamos o acadêmico José Anderson Nascimento, presidente da Academia Sergipana de Letras, para tomar assento a mesa.

Convidamos o ……………………………………………………………………….., para tomar assento a mesa,

Convidamos o ……………………………………………………., para tomar assento a mesa.

Convidamos o ………………………………………………………, para tomar assento a mesa.

Constituída a mesa, convidamos a todos para, de pé, ouvirmos o Hino Nacional Brasileiro.

Registramos, com muita honra, a presença de ……………………………………………………………………………………………………………………………….

Registramos a presença dos acadêmicos-fundadores, senhores Abrahão Crispim de Souza, Antonia Amorosa Meneses, Antonio Carlos dos Santos, Antonio Francisco de Jesus, Antonio Samarone Santana, José Augusto Machado, José de Almeida Bispo, Josefa Eliana Souza, José Luciano Gois de Oliveira, José Rivadálvio Lima, Luciano Correia Santos, Luiz Carlos Andrade, Robério Barreto Santos, Vladimir Souza Carvalho e Walter Pinheiro Noronha.

Registramos a chegada de várias manifestações e telegramas.

(O cerimonialista lê as manifestações e os telegramas).

Senhoras e Senhores, a Academia Itabaianense de Letras nasce constituída de vinte e seis cadeiras, tendo como patronos itabaianenses, que se destacaram no campo das letras, no campo da música, no campo da fotografia, no campo da poesia popular e na de artista de circo, além da possibilidade de serem criadas outras cadeiras, prestigiando pessoas outras, nascidas em plagas além da Serra, que deixaram firmadas seu nome em ocorrências positivas que dignificam sua passagem por esta cidade.

Por ora, as vinte e seis cadeiras estão devidamente batizadas, e de acordo com a ordem alfabética, aplicada na sua numeração, são os seguintes os patronos de cada cadeira:

Cadeira n. 1: Alberto Carvalho, poeta, cronista, contista, crítico e memorialista.
Cadeira n. 2: Antonio Oliveira, cronista e memorialista.
Cadeira n. 3: Antonio Silva, músico e compositor.
Cadeira n. 4: Boanerges Pinheiro de Almeida, músico e compositor.
Cadeira n. 5: Boaventura de Oliveira (frei), memorialista, cronista, escritor sacro.
Cadeira n. 6: Esperidião Noronha, músico e compositor.
Cadeira n. 7: Etelvina Amália de Siqueira, poetisa.
Cadeira n. 8: Francisco Alves de Carvalho Júnior, músico e compositor.
Cadeira n. 9: Francisco Antonio de Carvalho Lima Júnior, historiador, poeta e contista.
Cadeira n. 10: João Canário de Oliveira, cantador popular.
Cadeira n. 11: João Pereira de Oliveria, cronista e memorialista.
Cadeira n. 12: João Teixeira Lobo, fotógrafo.
Cadeira n. 13: José Ademar de Carvalho, músico e compositor.
Cadeira n. 14: José Antonio Nunes Mendonça, cronista e pedagogo.
Cadeira n. 15: José Bezerra, artista de circo.
Cadeira n. 16: José Crispim de Souza, poeta, cronista e contista.
Cadeira n. 17: José de Araújo Mendonça (padre), filósofo.
Cadeira n. 18: José Fernando de Araújo Mendonça, processualista.
Cadeira n. 19: José Gumercindo dos Santos (padre), memorialista.
Cadeira n. 20: José Olintho de Oliveira, músico e compositor.
Cadeira n. 21: José Rivaldo Santana, técnico em segurança.
Cadeira n. 22: José Sebrão de Carvalho, sobrinho, historiador, cronista e poeta.
Cadeira n. 23: Maria Thétis Nunes, historiadora.
Cadeira n. 24: Miguel Teixeira da Cunha, fotógrafo.
Cadeira n. 25: Percilio da Costa Andrade, fotógrafo.
Cadeira n. 26: Samuel Pereira de Almeida, músico e compositor.

Por outro lado, se constituem em acadêmicos-fundadores, por ordem alfabética, as seguintes pessoas:

Abrahão Crispim de Souza, odontólogo, jornalista, um dos principais nomes do jornal O SERRANO, – retrato perfeito da Itabaiana da década de setenta e parte de oitenta do século passado -, organizador dos livros Costumes de minha aldeia e outros escritos e Versomania, ambos de seu pai José Crispim de Souza, a ocupar a cadeira cujo patrono é o mesmo José Crispim de Souza.

Antonia Amorosa Meneses, cantora, fundadora do grupo Asa Branca, jornalista atuante no Correio de Sergipe, semalmente, marcando sua estreia no campo da literatura como Vôo rasante, pensamentos, tornando-se, depois, a poetisa de Translúcida e Baú de Graças, e de Mateus em Cordel, a ocupar a cadeira cujo patrono é José Bezerra.

Antonio Carlos dos Santos, professor universitário, ensaísta político, autor, entre outros, de A politica negada – Poder e corrupção em Montesquieu; A via de mão dupla, tolerância e política em Montesquieu; Intermitências filosóficas – reflexões sobre ação política, além de ser o organizador de Filosofia & Natureza – debates, embates & conexões, a ocupar a cadeira cujo patrono é Francisco Antonio de Carvalho Lima Júnior.

Antonio Francisco de Jesus, jornalista atuante no jornal A Cruzada na condição de redator, autor de Os tabaréus do sítio Saracura, Meninos que não queriam ser padres, e Minha querida Aracaju aflita, a ocupar a cadeira cujo patrono é o frei Boaventura de Oliveira.

Antonio Samarone Santana, médico, professor universitário, membro da Academia Sergipana de Medicina, pesquisador, autor de As febres do Aracaju – Dos miasmas aos micróbios, co-autor de Dicionário biográfico de médicos de Sergipe, ocupar a cadeira cujo patrono é Alberto Carvalho.

José Augusto Machado – cronista, colaborador da revista Perfil, autor de Causos de Itabaiana Grande, com outro volume em preparação, a ocupar a cadeira cujo patrono é Antonio Silva.

José de Almeida Bispo – pesquisador, autor de quatro documentários sobre a história de Itabaiana em DVD, intitulados, respectivamente, de Histórias dos tempos de vaqueiros, tempos de lendas e tesouros, doces vales de sonhos, sina de estradeiro, estando em preparo o quinto, titularizado de Comércio, e autor do livro Itabaiana, nosso lugar: quatro séculos depois, com lançamento para o mês de março vindouro, a ocupar a cadeira cujo patrono é Maria Thétis Nunes.

Josefa Eliana Souza, professora universitária, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, pesquisadora, co-autora do Catálogo das escolas municipais de Aracaju, e autora de Nunes Mendonça – um escolanovista sergipano, a ocupar a cadeira cujo patrono é José Antonio Nunes Mendonça.

José Luciano Gois de Oliveira, professor universitário aposentado, cronista, ensaísta político, autor de artigos em diversos jornais e revistas, entre eles o jornal O SERRANO, onde iniciou suas atividades na arte de escrever, autor, também, de inúmeros livros, entre os quais, Sua Excelência o Comissário – análise das práticas judiciárias exercitadas por comissários de polícia no grande Recife; Conflitos coletivos e acesso à Justiça; Le Théme dos Droits de l´Homme et la pensée politique de gauche au Brésil; Do nunca mais ao eterno retorno – uma reflexão sobre a tortura; Imagens da Democracia: os direitos humanos e o pensamento político de esquerda no Brasil; A vergonha do carrasco – uma reflexão sobre a pena de morte; O Bruxo e o Rabugento, ensaios sobre Machado de Assis e Graciliano Ramos; O enigma da democracia – O pensamento de Claude Lefort, e 10 lições sobre Hannah Areudt, a ocupar a cadeira cujo patrono é José Ademar de Carvalho.

José Rivadálvio Lima – professor, pesquisador, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, fundador do jornal O SERRANO, autor de Colégio Estadual Murilo Braga: 25 anos de serviço a educação, 1949-1974, e Cinquentário do Colégio Estadual Murilo Braga – 1949-1999, a ocupar a cadeira cujo patrono é João Pereira de Oliveira.

Luiz Carlos Andrade – médico, poeta bissexto, autor de Tópicos em Medicina Interna – apendicite, colecistite, doença diverticular do cólon, obstrução mecânica do delgado, câncer de pâncreas, insulinoma, VIPoma, glucagonoma, doença de Wilson, síndrome do anticorpo antifosfolipídeo, dermatomiosite juvenil, granulomatose de Wegener, Rabdomiólise, síndrome menopáusica, a ocupar a cadeira cujo patrono é Antonio Oliveira.

Luciano Correia Santos – professor universitário, jornalista, diretor da Fundação Aperipê, cronista, ensaísta, poeta, autor de Jornalismo e Espetáculo – O mundo da vida nos canais midiáticos; e TV Caju e TV Cidade: o conteúdo local no mercado da TV por assinatura em Aracaju, a ocupar a cadeira cujo patrono é Samuel Pereira de Almeida.

Robério Barreto Santos – professor, fotógrafo – e, como fotógrafo, reuniu por doações um acervo fotográfico de Itabaiana desde os primeiros tempos de cidade, estando em seus projetos um álbum neste sentido -, romancista, pesquisador e jornalista, criador da revista OMNIA, editada mensalmente, autor de O vendedor de sereias; Joãozinho Retratista – O mestre da fotografia; e O livro branco da fotografia, a ocupar a cadeira cujo patrono é João Teixeira da Cunha.

Vladimir Souza Carvalho – magistrado, pesquisador, contista, cronista, poeta, folclorista, jurista, redator durante vários anos do jornal O SERRANO, colaborador, quinzenalmente, dos jornais Correio de Sergipe e Diário de Pernambuco, autor de Quando as cabras dão leite, Mulungu desfolhado, Água de cabaça, Feijão de cego, contos; Sinal verde, trânsito vermelho, poesia; Santas Almas de Itabaiana Grande, A República Velha em Itabaiana, Vila de Santo Antonio de Itabaiana, história; O caxangá na história de Itabaiana, Apelidos em Itabaiana, Adivinhas sergipanas, folclore; Da Justiça Federal e sua competência, Competência da Justiça Federal, Manual de judicatura aplicada, Manual de competência da Justiça Federal, direito, com artigos jurídicos, contos e crônicas publicados em diversas revistas e livros, a ocupar a cadeira cujo patrono é José Sebrão de Carvalho, sobrinho.

Walter Pinheiro Noronha, professor universitário, odontólogo, autor de Bioprogessiva – Vade Médum – Meu Caderno, com edição também em língua espanhola, a ocupar a cadeira cujo patrono é Boanerges Pinheiro de Almeida.

São estes, Senhoras e Senhores, os acadêmicos-fundadores da Academia Itabaiananense de Letras.

Peço a todos os presentes uma salva de palma para os acadêmicos-fundadores.

As cadeiras vagas já nominadas, apresentam como patronos Esperidião Noronha, João Canário de Oliveira, Padre José de Araujo Mendonça, José Fernando de Araújo Mendonça, padre José Gumercindo Santos, José Olintho de Oliveira, José Rivaldo Santana, Miguel Teixeira da Cunha e Percílio da Costa Andrade, que, por seu turno, serão preenchidas, paulatinamente, no decorrer do tempo, tão logo sejam aprovados os estatutos da Academia Itabaianense de Letras.

Agora, neste exato momento, vamos ouvir uma pequena apresentação do Quinteto dos metais, da Filarmônica Nossa Senhora da Conceição.

Senhoras e senhores, para abrir os trabalhos, passo a palavra ao presidente da mesa, acadêmico-fundador Vladimir Souza Carvalho.

Palavras do acadêmico-fundador Vladimir Souza Carvalho: Estamos vivendo, para nossa alegria, um momento essencialmente histórico, traduzido na instalação da Academia Itabaianense de Letras, fato que, aliás, se casa perfeitamente com a produção livresca que vem ocorrendo, desde a década de setenta, do século passado, aqui e alhures, tendo nossos conterrâneos itabaianenses como autores. São tantos os livros publicados, por diversas pessoas, que uma academia, como centro a reunir todos os que se dão ao prazer e dilentantismo de escrever e publicar, se fazia, como se faz, por demais, necessária.

A Academia Itabaianense de Letras vem, justamente, se tornar a entidade a abrigar em seu colo e ao seu redor todo esse bravo pessoal que aprendeu a externar seu talento e sua teimosia nas páginas de um livro, em todos os ramos da cultura. Por ora, é apenas uma semente lançada em uma terra fértil. Amanhã, esta semente há de se transformar numa grande árvore, apta a abrigar na sombra e proteção de seus galhos todos os nossos conterrâneos que enveredarem também pelo caminho das letras e dos livros.

Dou, assim, por iniciada a sessão de instalação da Academia Itabaianense de Letras.

Devolvo a palavra ao cerimonialista.

CERIMONIALISTA:
Convido a acadêmica-fundadora Antonia Amorosa Meneses para prestar o juramento de praxe, convidando os demais acadêmicos-fundadores a ficarem em pé, com a mão direita estendida para a frente, a fim de repetir o juramento.

Juro cumprir as normas do Estatuto e Regimento interno – a serem objetos de apresentação, discussão e aprovação – da Academia Itabaianense de Letras e tudo fazer para o engrandecimento cultural de Itabaiana e do Estado de Sergipe.

Passo a palavra ao acadêmico Vladimir Souza Carvalho:

Acadêmico Vladimir Souza Carvalho: Declaro empossados, na condição de membros da Academia Itabaianense de Letras, os senhores Abrahão Crispim de Souza, Antonia Amorosa Meneses, Antonio Carlos dos Santos, Antonio Francisco de Jesus, Antonio Samarone Santana, José Augusto Machado, José de Almeida Bispo, Josefa Eliana Souza, José Luciano Gois de Oliveira, José Rivadálvio Lima, Luciano Correia Santos, Luiz Carlos Andrade, Robério Barreto Santos, Vladimir Souza Carvalho e Walter Pinheiro Noronha.

Por fim, com muita honra e extrema alegria, declaro instalada a Academia Itabaianense de Letras.

[Neste momento, toca-se o Hino da Associação Olímpica de Itabaiana].

CERIMONIALISTA:
Convido, para falar, em nome dos acadêmicos, o acadêmico José de Almeida Bispo.

(Depois):

Passo a palavra ao Dr. Valmir dos Santos Costa, Prefeito Municipal de Itabaiana.

(Depois):

Passo a palavra ao acadêmico José Anderson Nascuimento, presidente da Academia Sergipana de Letras.

A palavra está facultada.

CERIMONIALISTA:
Não havendo quem dela queira fazer uso, ou, não havendo mais quem dela queira fazer uso, devolvo a palavra ao acadêmico Vladimir Souza Carvalho, para as palavras de encerramento.

Palavras do acadêmico Vladimir Souza Carvalho: A semente está plantada. O que virá pela frente se inclui no incerto, como obra do destino, ou, como se afirma, comumente: o futuro a Deus pertence. De certo, no dia primeiro de março próximo fluente, às 15 horas, neste mesmo local, para ter lugar à primeira sessão ordinária da Academia Itabaianense de Letras, ficando os senhores acadêmicos desde já convocados para dela participar. Agradeço a presença de todos que para aqui se locomoveram. Está encerrada a sessão.

CERIMONIALISTA:
Convidamos os presentes a ouvirem, de pé, o Hino de Itabaiana.

Antes de encerrar os trabalhos, comunicamos que os acadêmicos posarão juntos, em frente à mesa. Depois, os senhores acadêmicos receberão os cumprimentos dos presentes, ocasião em que será servido a todos um coquetel.

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(Replicado no blog “academiaitabaianensedeletras.blogspot.com, em 21/02/2018)

Claudio Nunes fala sobre a AIL


(Blog na Infonet em 07/02/2013)

Academia Itabaianense de Letras
A Academia Itabaianense de Letras – AIL, cuja criação oficial deu-se no último dia primeiro de fevereiro, teve como idealizador o magistrado Vladimir Souza Carvalho. Essa brilhante iniciativa começou a germinar há cinco anos. Destacamos, a seguir, os nomes dos 15 intelectuais selecionados para integrar o referido sodalício: 1. Abrahão Crispim de Souza; 2. Antônia Amorosa Meneses; 3. Antônio Carlos dos Santos; 4. Antônio Francisco de Jesus; 5. Antônio Samarone Santana; 6. José Augusto Machado; 7. José de Almeida Bispo; 8. Josefa Eliana Souza; 9. José Luciano Góes de Oliveira; 10. José Rivadálvio Lima; 11. Luiz Carlos Andrade; 12. Luciano Correia; 13. Robério Barreto Santos; 14. Vladimir Souza Carvalho e 15. Walter Pinheiro Noronha.

Esquecimento inadmissível. Alberto Carvalho
Um equívoco injustificável verificou-se na solenidade de fundação da Academia de Letras de Itabaiana. Foi a omissão do nome de Alberto Carvalho, escritor de renome nacional, elogiado pela crítica em vários momentos, autor de vários livros, que não foi nem mesmo citado no discurso proferido pelo orador da solenidade, que fez uma retrospectiva das letras itabaianenses ao longo da história. Alberto Carvalho, já falecido, é uma das culturas mais sólidas de Sergipe em todos os tempos.

Esquecimento inadmissível. Alberto Carvalho II
Professor universitário, Alberto teve seu valor reconhecido pela Universidade Federal de Sergipe, que denominou de Professor Alberto Carvalho o “campus” da cidade serrana. Pensamos que uma grande injustiça foi cometida. De qualquer forma, parabéns aos imortais itabaianenses, na certeza de que a Academia recentemente criada muito poderá realizar pelo desenvolvimento literário da cidade de Itabaiana, uma dos mais progressistas municípios de Sergipe.

 

(Blog na Infonet em 8/02/2013)

Comentários sobre Alberto Carvalho – Facebook professor Ludwig (por conta do texto do blog de ontem sobre Alberto Carvalho)
Gildo Simões Andrade – Grande figura, funcionário do Banco do Brasil desde sua sede na Rua Da Frente, onde vizinho era o Trapiche, muito amigo de meu pai, José Simões. Professor Ludwig com o grande escritor Alberto Carvalho (Foto: arquivo pessoal/Ludwig)
Trapiche, muito amigo de meu pai, José Simões.
Lulu Leite – Certa vez (isso me foi contado pelo próprio Alberto), ele foi a uma concessionária local comprar um carro. Ao fazer o cadastro, o vendedor perguntou qual era a profissão dele, e ele respondeu: “zelador”. O vendedor estranhou e ele esclareceu: era responsável pelo condomínio do edifício onde funcionava o Banco do Brasil, e sua função era verificar se tudo estava funcionando certinho (o que um síndico normalmente faz), e depois de explicado, concluiu: “isso não é ser zelador?” rsrsrsrsrsrsrs… ele era dono de um inigualável senso de humor.
Robério Santos – O discurso de Almeida Bispo fez uma retrospectiva da educação em Itabaiana sim mas o simples fato de não conter o nome de Alberto não quer dizer que o mesmo não tenha sido lembrado e vangloriado durante a cerimônia, já que esta não se resumiu a um discurso de 10 minutos e sim uma solenidade de quase duas horas. Aos presentes no ultimo dia 1, estejam cientes que por 3 vezes Alberto foi Lembrado. Quem quiser uma copia do cerimonial deixe o e-mail e fico feliz em compartilhar.
Antonio Samarone – Meu amigo Ludwig Oliveira Ludwig, Alberto Carvalho é o Patrono da cadeira número um, que por coincidência eu ocupo. Como me cabe fazer um retrospectiva sobre Alberto, vou precisar de sua ajuda, como de outros intelectuais que conviveram com Alberto Carvalho.
Clinio Carvalho Guimarães – Alberto foi o meu mestre inesquecível. Tive vários professores muito bons. Lembro dele com uma regularidade de quem se encontra diariamente.
Ludwig Oliveira Ludwig – Olha aí o Robério Santos, grande entusiasta da cultura geral mormente a de Itabaiana, um grande abraço pra vc e vou repassar para o amigo Cláudio Nunes, tenha certeza, ele retificará em seu blog na edição de amanhã… Quanto ao amigo Antonio Samarone lhe digo, sentir-me-ei lisonjeado em respalda-lo naquilo que eu possa, inclusive tenho textos de Alberto Carvalho (áudio) gravado pelo também saudoso Carlos Mota.
Robério Santos – Obrigado, caríssimo amigo Ludwig Oliveira Ludwig, seria uma grande ofensa esquecer Alberto, eu também chiaria caso acontecesse tamanho lapso. Abraço!
Robson Porto – Residência de Alberto Carvalho e em pé Carlinhos filho do Dr. Machado.
Vagner Freitas – Saudades da minha ex-professora OFENÍSIA FREIRE… José Carlos Cruz – Esquecimento inadmissível.
Antonio Torres – Deplorável!!!!!!!!!!!!!
Gleide Selma – sem palavras !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Said Schoucair – Prof Alberto Carvalho grande poeta, boêmio e amigo, bom papo e figura muito querida por todos.
Ricardo Augusto Dantas Brandão – O Prof. Alberto Carvalho foi uma das figuras proeminente da cultura Itabaianense, não poderia ser esquecido, homem das letras de uma cultura vasta, tive a satisfação na UFS ser seu aluno.

(e não foi)

 

Academia de Letras de Itabaiana. Alberto Carvalho é patrono de uma cadeira
Esclarecimentos do escritor e acadêmico, Antonio Francisco de Jesus, o Saracura: “Alberto Carvalho é patrono de uma cadeira e todos os novos acadêmicos (quase todos) queriam-no para seu patrono. Coube a sorte a Antônio Samarone de Santana. Quanto ao discurso a que se refere, é uma produção do historiador José de Almeida Bispo (autor de espetaculares vídeos sobre a história de Itabaiana), que adotou a linha que achou justa para expor o que achou necessário expor. Alberto Carvalho está em cada linha do discurso, na cabeça de cada um de nós, apesar de seu nome (como o de muitos outros que fizeram Itabaiana grande) circunstancialmente não aparecerem escritos ou citados aqui e ali. Quem pode com o mundo? Concordamos plenamente de que Alberto Carvalho é o nosso grande intelectual.Conheçam um pouco de nossos 15 Escritores que farão parte dos membros Fundadores da Academia Itabaianense de Letras. Um grupo e tanto, eu como sou o caçula da turma às vezes nem sei se mereço estar em meio a tantos ícones da nossa cultura que aprendi desde minhas primeiras letras a admirar. Três desses em especial: Vladimir, Amorosa e Antonio Samarone sempre os admirei (literatura, música e política) e hoje poder estar ombro a ombro com eles é uma sensação incrível. Obrigado por tudo! Leiam e qualquer sugestão podem gritar!

 

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